Segundo o Ministério da Saúde, “o bem-estar de uma pessoa não depende apenas do aspecto psicológico e emocional, mas também de condições fundamentais, como saúde física, apoio social e condições de vida”. Nesse sentido, o Grupo Hospitalar Conceição (GHC) promoveu, nesta terça-feira, 23 de junho, a 2ª edição do “Respira: Um encontro sobre bem-estar e saúde”.
Com o objetivo de proporcionar um espaço de pausa, acolhimento e atualização sobre saúde integral aos funcionários, o evento, organizado pelo Ambulatório do Hospital Nossa Senhora da Conceição (HNSC), reuniu cerca de 70 colaboradores de todas as unidades, visando a melhoria da qualidade de vida no trabalho e a prevenção do esgotamento profissional.
“Nós começamos este evento no ano passado, com uma proposta de cuidar dos trabalhadores, fazendo com que eles foquem na sua saúde, na qualidade e no estilo de vida. Isso é feito para que possam pausar um pouco e olhar como estão seus hábitos e estimular quem ainda não está nesse momento de autocuidado”, afirmou a enfermeira do Ambulatório do HNSC Daniela Emerim.
Durante o encontro, foram realizadas palestras com diferentes profissionais da saúde, incluindo nutricionista, educadoras físicas, psicóloga e médico, com foco em alimentação, prática de exercícios físicos e saúde mental. “Além de um retorno para si, de forma individual, o encontro promove um retorno à sociedade, com melhor qualidade de vida, aumentando, assim, a expectativa dela. Também promove um retorno às instituições, diminuindo o absenteísmo, e um retorno aos pacientes do SUS”, enfatizou a enfermeira.
O diretor Administrativo e Financeiro do GHC, João Motta, conversou com os trabalhadores a fim de estimulá-los a cuidar da sua saúde. “Aqui no GHC são mais de 10 mil trabalhadores e trabalhadoras que cuidam da saúde da população. Mas o encontro, desde o início, propõe a reflexão sobre o que fazemos para cuidar da nossa saúde, não só alimentar, mas também a saúde mental. Se nós não estivermos organizados do ponto de vista mental, teremos dificuldade de cuidar do corpo. É importante falarmos sobre isso para podermos transformar o hospital em um ambiente de vida”, afirmou.
Créditos: Larissa Britto