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24.03.2026 SAÚDE DA MULHER

GHC participa de mutirão do Ministério da Saúde para ampliar o atendimento à mulheres

Iniciativa ofereceu procedimentos, exames e consultas em todo o Brasil
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A iniciativa visa antecipar e acelerar a assistência à pacientes já agendadas pela regulação do SUS.
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Entre os serviços prestados, estão consultas oftalmológicas e pré-operatórias, exames preventivos, ultrassonografias, tomografias e análises clínicas.
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Foram realizadas cirurgias como histerectomias, cirurgias no Centro de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais, traumato-ortopedia, neurocirurgia, bucomaxilofacial, cirurgia plástica e cirurgia geral.
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Participaram do mutirão quatro das 12 Unidades de Saúde administradas pelo GHC.
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A mobilização atendeu 957 mulheres nos dois dias, entre as unidades do GHC de Porto Alegre e do Rio de Janeiro.

Mais de dois mil atendimentos, entre procedimentos, consultas, cirurgias e exames, foram realizados nos hospitais e Unidades de Saúde (US) do Grupo Hospitalar Conceição (GHC) no último fim de semana (21 e 22/03). A iniciativa, que integra um mutirão do Ministério da Saúde voltado ao cuidado da mulher, tem como objetivo antecipar e acelerar a assistência à pacientes já agendadas via regulação do Sistema Único de Saúde (SUS).

Com a participação das unidades de Porto Alegre – Hospitais Fêmina, Cristo Redentor, Nossa Senhora da Conceição e Criança Conceição, além das US Divina Providência e Costa e Silva, Coinma e Nossa Senhora Aparecida – e do Hospital Federal de Bonsucesso, no Rio de Janeiro, a mobilização atendeu 957 mulheres nos dois dias.

À espera por uma fertilização in vitro (FIV), a auxiliar administrativa Elinara Costa Camargo, 38 anos, moradora de Barra do Quaraí, foi uma das beneficiadas pela ação. Ela fez a primeira consulta na última segunda-feira e, neste sábado, já realizou exames para dar continuidade ao tratamento. Sem o mutirão, ela esperaria, pelo menos, mais quatro meses. “Nem imaginava que conseguiria dar entrada no processo de FIV pelo SUS. Agora dá um nervosismo saber que estou mais perto de realizar um sonho”, comemorou.

Com a atividade ao longo do fim de semana, o Hospital Fêmina conseguiu antecipar inúmeros agendamentos que estavam previstos para a metade do ano ou até mais tarde. “É muito satisfatório, dentro do mês das mulheres, podermos cuidar ainda mais delas, dando celeridade à fila de espera”, ressaltou Niva Martinez, gerente de internação dessa unidade.

O diretor-presidente do GHC, Gilberto Barichello, destacou que a operação faz parte do Programa Agora Tem Especialistas, que, desde 2025, tem ampliado o acesso aos serviços para os usuários do SUS. “O objetivo dessa mobilização é trazer mais qualidade de vida para as mulheres. Essa é a vocação do GHC, uma rede de hospitais vinculada ao Ministério da Saúde, 100% SUS: oferecer mais saúde àpopulação”.

Mais de 290 mil procedimentos no país

Entre os serviços prestados na mobilização do GHC, estão consultas oftalmológicas e pré-operatórias, exames preventivos, ultrassonografias, tomografias e análises clínicas, além de procedimentos como inserção de contraceptivo subcutâneo e dispositivo intrauterino (DIU).

Entre as cirurgias realizadas estão histerectomias (remoção do útero), cirurgias no Centro de Reabilitação de Anomalias Craniofaciais (Cerca/HCC), traumato-ortopedia, neurocirurgia, bucomaxilofacial, cirurgia plástica e cirurgia geral. Em todo o país, foram ofertados 290 mil procedimentos.

Movimento intenso também na Atenção Primária

Também participaram do mutirão quatro das 12 Unidades de Saúde administradas pelo GHC. No sábado, nas US Divina Providência e Costa e Silva, ocorreram inserções de Implanon (contraceptivo subcutâneo de longa duração), coletas de preventivo de colo de útero, colocação de DIU e aplicação de vacinas. Também houve atividades comoauriculoterapia (técnica da medicina chinesa) e rodas de conversa.

No domingo (22), abriram as portas as US Coinma e Nossa Senhora Aparecida. “As mulheres são as maiores usuárias do SUS, por isso, o mutirão é uma oportunidade de ampliar o acesso e qualificar a assistência, especialmente às trabalhadoras que muitas vezes não conseguem utilizar os serviços durante a semana”, avaliou Gerusa Bittencourt, gerente da Atenção Primária à Saúde do GHC.

Créditos: Ana Luiza Godoy (texto).