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20.03.2026 MÊS DA MULHER

Hospital Fêmina e comissões do GHC promovem palestra sobre “Mulheridades”

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Gestores e trabalhadores presentes no encontro.
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Gerentes do HF Cláudio Silva e Niva Martinez, nas boas-vindas, destacaram importância do tema.
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Para o presidente da Cegênero, Ismael dos Santos, o conceito de “mulheridades” reforça a diversidade de experiências e identidades.
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Atividade reforça o compromisso do GHC com a promoção da equidade, da diversidade e do respeito às diferenças.
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Psicóloga Grace Gomes promoveu uma reflexão sobre “O feminicídio nos contos de fadas”.

Em alusão ao Mês da Mulher, o Hospital Fêmina (HF), em parceria com comissões do Grupo Hospitalar Conceição (GHC), realizou na última quarta-feira, 18 de março, a palestra “Mulheridades”. A atividade foi voltada aos trabalhadores da instituição e teve como proposta ampliar o debate sobre as diferentes formas de ser mulher, abordando temas como o papel feminino na sociedade e o enfrentamento à violência de gênero.

A iniciativa foi promovida pela Gerência de Participação Social e Diversidade, em conjunto com a Comissão Especial de Políticas de Promoção da Igualdade de Gênero (Cegênero), a Comissão de Acessibilidade e Mobilidade (Ceppam) e a Comissão de Promoção da Igualdade Racial (Ceppir).

A palestra contou com a participação da psicóloga Grace Gomes, integrante do Movimento Sociedade sem Idadismo e do Coletivo Metamorfose da Vida, que apresentou a reflexão “O feminicídio nos contos de fadas”. Em sua fala, a profissional abordou a releitura de histórias clássicas a partir da perspectiva do envelhecimento e das violências vivenciadas por mulheres ao longo da vida. “Ao trabalhar temas relacionados à família e à pessoa idosa, me deparei com questões como abandono, exploração e abuso. Foi então que surgiu a ideia de adaptar contos infantis para essa realidade”, explicou.

Entre as narrativas apresentadas, destacam-se releituras de personagens como a Vovozinha, de Chapeuzinho Vermelho, a madrasta da Branca de Neve e Rapunzel, retratada já na velhice. A psicóloga também trouxe uma adaptação do conto Barba Azul, conectando a história à realidade dos feminicídios.

Para o presidente da Cegênero, Ismael dos Santos, o conceito de “mulheridades” reforça a diversidade de experiências e identidades. “Falar de mulheres é reconhecer múltiplas vivências. Estamos falando de mulheres negras, indígenas, trans, lésbicas, com deficiência, idosas, quilombolas — todas com trajetórias marcadas por desafios e pela luta por dignidade e reconhecimento”, destacou.
As comissões Ceppam e Ceppir também convidaram os participantes à reflexão sobre a presença, permanência e visibilidade de mulheres com deficiência e mulheres negras nos espaços institucionais do GHC e na sociedade.

A atividade integra o conjunto de ações desenvolvidas pelo GHC ao longo do mês de março, reforçando o compromisso institucional com a promoção da equidade, da diversidade e do respeito às diferenças.

Além dos trabalhadores, estiveram presentes a gerente de Internação do Hospital Fêmina, Niva Martinez, e o gerente de Administração, Cláudio Silva.

Créditos: Larissa Britto.