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25.02.2026 EQUIDADE

Grupo Hospitalar Conceição realiza encontro sobre o combate à intolerância religiosa

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Evento foi organizado pela Gerência de Participação Social e Diversidade, por meio da Ceppir-GHC.
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A programação contou com palestras e debates entre líderes religiosos, trabalhadores do GHC e acadêmicos.
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Evento teve como objetivo refletir sobre a discriminação religiosa e abordar o acesso à assistência espiritual no contexto hospitalar.

No dia 23 de fevereiro, o Grupo Hospitalar Conceição realizou, no Auditório Jahyr Boeira de Almeida, o encontro “Fé não tem cor: união e respeito entre todas as crenças.” Organizado pela Gerência de Participação Social e Diversidade, por meio da Comissão Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (Ceppir-GHC), o evento teve como objetivo refletir sobre a discriminação religiosa e abordar o acesso à assistência espiritual no contexto hospitalar.

Na mesa de abertura estiveram presentes o diretor Administrativo e Financeiro do GHC, João Motta, a presidente da Ceppir-GHC, Fernanda Vargas, a coordenadora das comissões do GHC, Ângela Gomes, e o gerente de Participação Social e Diversidade do GHC, Eduardo Russomano Freire.

Em sua fala, o diretor Administrativo e Financeiro do GHC, João Motta, salientou a importância da Ceppir-GHC na instituição. “Desde 2003, com a criação da Ceppir, tentamos desenvolver a consciência de que a influência africana e negra é muito forte na nossa cultura, identidade e religiosidade, impactando o Sistema Único de Saúde (SUS) e a nossa formação como país, trabalhadores e sociedade. Em 2013, constituímos áreas técnicas médicas para identificar uma atenção especial à saúde dos trabalhadores negros. É um legado muito importante do GHC”, destacou.

A presidente da Ceppir-GHC, Fernanda Vargas, destacou a importância de um atendimento equânime e laico. “Quando o usuário vem até o GHC, ele espera um atendimento equânime. É isso que nós entregamos a ele: um atendimento laico, onde nós cuidamos e preservamos a vida humana”. Ainda afirmou que o preconceito é enraizado na sociedade e ressaltou a importância da reflexão acerca da temática.

“Muitas vezes, é sem a intenção. O indivíduo pode ter um preconceito por práticas ou por falas que atravessaram a vida dele e que acabam refletindo na realidade. É importante pensarmos até onde e como o preconceito nos habita e quão somos responsáveis por ele. Ao falar do outro, se posicionar sempre com equidade e respeito, não importa a fé. Nós estamos falando de vidas humanas”, afirmou.

Créditos: Arthur Mayer