Grupo Hospitalar Conceição
Acesso à Informação » Perguntas Frequentes

1. Não sou paciente do GHC e gostaria de saber como faço para consultar com médico especialista?



O ambulatório do HNSC é um dos locais da rede de saúde que presta atendimento especializado, ou seja, quando o médico da atenção primária/posto de saúde necessita de recursos especializados para seqüência de atendimento do paciente, o médico do posto fará a solicitação de consulta especializada, que será agendada pelo serviço de marcação de consulta especializada do município, respeitando critérios de pactuação e referenciamento regional.



2. Sou paciente do GHC, onde consulto periodicamente com médico especialista. Gostaria de saber como funciona o reagendamento de consultas?



Atualmente, o agendamento é trimestral com data de abertura da agenda por especialidade. Para saber a data o usuário deverá fazer contato com o setor de informações do ambulatório pelo telefone 3357-25-88. Em breve divulgaremos nova rotina de agendamento respeitando a regulação municipal de acesso a consultas especializadas.



3. Sou paciente do GHC e preciso consultar com outro médico especialista. Como devo proceder?



O encaminhamento para outra especialidade no ambulatório do HNSC, deve ser solicitado pelo profissional médico que está atendendo neste serviço, desde que esta nova consulta seja necessária em vista da condição de saúde em atendimento no ambulatório, e que o paciente tenha regulação (número do CMCE fornecido pelo gestor municipal) na especialidade de origem. Caso isso não seja possível o usuário deverá procurar o seu posto de saúde para agendar consulta com o especialista indicado.



4. Gostaria de saber como funciona a “Classificação de Risco” realizada na emergência?



O QUE É?



A Classificação de Risco é a estratificação de risco dos usuários que procuram atendimento na Emergência. Ao chegar na unidade, todos pacientes são classificados, recebendo uma prioridade que determina o tempo alvo para o primeiro atendimento médico, essa prioridade é baseada na situação clínica apresentada e não na ordem de chegada.



COMO FUNCIONA?



A Classificação de Risco é realizada com base em protocolo adotado pela instituição, representado por cores que indicam a prioridade clínica de cada paciente. Para tanto, algumas condições e parâmetros clínicos devem ser verificados.



QUAL PROTOCOLO?



Os modelos de Classificação de Risco mais utilizados no mundo se baseiam em 5 níveis de gravidade. No HNSC utilizamos o Protocolo de Manchester que se destaca por trabalhar prioridade clínica, associados a tempos de espera simbolizados por cores.



5. Como são priorizados os pacientes que vão da emergência para leitos nas Unidades de Internação?



O Serviço de Emergência trabalha com médicos reguladores que trabalham em conjunto com a equipe assistencial (Enfermeiros e Assistentes Sociais) na determinação dos pacientes que possam ser transferidos para leitos de internação ou leitos de retaguarda em outros hospitais de menor complexidade. Os critérios adotados pelo médico regulador são baseados nas condições clínicas do paciente, na disponibilidade do leito para internação na especialidade para a qual o paciente está internado, na avaliação de outros médicos especialistas quando for o caso e no tempo de permanência dentro da Emergência.



6. Em que horário obtenho informações clínicas com o médico sobre o estado de saúde dos pacientes que se encontram na emergência (sala verde, laranja e vermelha)?



As informações são dadas no momento da chegada do paciente na Emergência. Caso o paciente necessite de observação/internação, as informações serão prestadas diretamente com o médico plantonista no horário de visitas da manhã, isto é, entre 11h e 12h. Em situações excepcionais esse horário pode sofrer alguma modificação, que será avisada pelo auxiliar administrativo aos familiares previamente ao início da visita aos pacientes. Informamos que podem ocorrer situações adversas (intercorrências clínicas, transferências, entre outras) em que a equipe assistencial tem autonomia para decidir junto aos familiares o momento adequado para prestar informações sobre o estado de saúde do paciente.



Conteúdo atualizado em 02/12/16.